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17 de junho de 2009

Knowing

knowing-poster Knowing é o mais recente filme do realizador Alex Proyas, um misto de filme catástrofe com ficção cientifica. Knowing conta a história de John Koestler e o seu filho Caleb que após a perda da mãe e uma vida em depressão, por coincidência recebem uma carta com uma série de números, primeiramente invulgar descobrem que todos o números correspondem a datas de grandes acidentes ou catástrofes naturais e também das pessoas que perderam a vida nos mesmos.

Alex Proyas, realiza um filme que só por si é invulgar, o misto de géneros envolvidos não ajudam á realização tornando o filme nos últimos 45 minutos aborrecidos, embora haja sem duvida uma boa prestação pelo realizador em shots extremamente dinâmicos, a confusão instalada de acidentes que acontecem oferecem uma visão muito perto da possível realidade (digo possível realidade porque nunca presenciei um). Os efeitos especiais não são uma constante do filme, mas destacam-se pela perfeição, quase o unico ponto a favor do filme

Nicolas Cage está outra vez e como seria de esperar com uma interpretação muito acima da média, coerente, bem dirigido e com o trabalho de casa feito, consegue dar novamente a uma personagem superficial uma profundidade latente, e por isso está de parabéns. outras estrelas se destacaram no filme, principalmente os mais novos, Chandler Canterbury e Lara Robinson, actores de palmo e meio que embora não tenham tido uma personagem que os fizesses suar, safaram-se bem e estão por isso de parabéns.

O argumento a cargo de Ryne Pearson, relutantemente é mau, o misto dos géneros achincalha cada um deles em separado. Os diálogos são razoáveis, mas as situações envolventes são cliches (enormes). A relação pai filho, apresenta uma mística semelhante a todos os outros filmes drama que já foram produzidos e as punch lines são mais que muitas e aborrecem quem já viu mais do mesmo. O filme apresenta também uma mensagem latente embora mal explorada e embora o final do filme mostre um questão que poderá sem dúvida dar que pensar, o tema acaba por sair rebuscado e assumir contornos de fantasia.

Não vale o bilhete (com muita pena minha)